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Saiba tudo sobre a Febre Amarela

Hospital São Francisco em 07/03/2018 às 19h41

O retorno da Febre Amarela colocou todo o país em alerta, principalmente o estado de São Paulo que foi classificado, em janeiro deste ano pela OMS (Organização Mundial da Saúde), como uma região endêmica em situação de risco. Os últimos casos de epidemia urbana haviam sido detectados em 1942. A Febre Amarela é uma doença infecciosa febril aguda transmitida por uma espécie de mosquito comum em áreas de mata localizadas na América do Sul e África.

Os sintomas da doença aparecem de 4 a 6 dias após a picada provocando náuseas, febre, pele amarelada, dor de cabeça e vômitos, sendo os casos mais graves com incidência de doenças cardíacas, hepáticas e renais. É necessário o diagnóstico médico para início do tratamento que pode ser à base de reidratação e anti-inflamatórios.

Prevenção

Não há uma cura específica para a Febre Amarela, a melhor forma de evitar a doença é prevenindo-se com a vacina de dose única que imuniza o indivíduo pelo resto da vida. Alguns países exigem que turistas que vivem em áreas com incidência da doença tomem a vacina antes da viagem e comprove a imunização através da Carteira Internacional de Vacinação.

Os Postos de Saúde aplicam a vacina gratuitamente, basta dirigir-se com a carteirinha de vacinação para receber a dose. As contraindicações são para bebês com menos de 6 meses de idade, gestantes, lactantes e pacientes com doenças como timo, lúpus, HIV, entre outras. No caso de dúvidas, procure uma avaliação médica.

Macacos

O surgimento de macacos mortos causou dúvidas com relação se o animal é um transmissor da doença. Vale ressaltar que o macaco não tem absolutamente nada a ver com a epidemia atual, é apenas uma vítima e um marcador epidemiológico que mostra que o vírus está próximo da população.

Fonte: Assessoria HSF Americana
Foto/Crédito: Shutterstock